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Aulas de fotografia e de jornalismo garantidas para os estudantes de Ilhéus

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Para a preparação do Jornal Eco Teens, periódico com matérias ambientais elaborado por alunos da rede pública e privada de ensino de Ilhéus, foram idealizadas oficinas de fotografia e de jornalismo, reforçando o trabalho de educação ambiental desenvolvido na escola encarregada da edição.

A oficina de fotografia consiste em aula teórica sobre luz, foco, uso dos equipamentos, história da fotografia, complementada por aula externa, oportunidade em que os alunos colocam em prática os ensinamentos, tirando fotos que entrarão na composição do Jornal Eco Teens. Já a oficina de jornalismo capacita os alunos sobre termos básicos usados em redação de jornal, como editorial, boneca, release, etc., bem como sobre a distribuição das matérias nas páginas. Essa oficina termina com a visita dos alunos a uma gráfica, para ver de perto a impressão de um jornal. 

Reunião para discussão das oficinas. Juliana de Moura e Sandro Andade expõem suas ideias. 
Foto: Rafael Lordelo/8ª PJ

Dois profissionais aceitaram o desafio de capacitar os estudantes que elaborarão a 4ª e a 5ª edições do Jornal Eco Teens. As aulas de fotografia serão ministradas por Sandro Andrade, fotógrafo premiado pela WPS - Wedding Photography Select. As oficinas de jornalismo serão dadas por Juliana de Moura, jornalista do Diário de Ilhéus, com profunda experiência na assessoria de comunicação de órgãos públicos e privados.

Ideias não faltam aos profissionais, que foram festejados em sua adesão ao projeto pelos demais membros do Conselho Editorial. As primeiras oficinas serão para as oitivas séries do Instituto Municipal Eusínio Lavigne, capacitando cerca de duzentos alunos. Logo em seguida, Sandro Andrade e Juliana de Moura prepararão os alunos do Colégio Estadual Paulo Américo para o lançamento do Jornal Ambiental

O Jornal Eco Teens é projeto desenvolvido pelo Ministério Público da Bahia, em parceria com o Município de Ilhéus, através do Conselho Municipal de Meio Ambiente, Conselho de Acompanhamento do Fundeb e Secretaria Municipal de Educação, e com o Estado da Bahia, através da Direc-6. Seu público alvo são alunos do Ensino Fundamental II. 

Planeja-se expor o trabalho dos alunos, supervisionado por esses profissionais,  no centro de Ilhéus, ao final do ano. Fique na expectativa!

Saiba mais:
Para ver as fotos premiadas de Sandro Andrade, acesse http://www.weddingphotographyselect.co.uk/international/awards/wps-awards-intl.php?ID=632

Para relembrar uma das matérias de Juliana de Moura
http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2011/10/20/simulacao-importante/

Ação do MP deverá garantir iluminação pública adequada em Ilhéus

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Manter a rede de iluminação pública de Ilhéus, efetuando serviços como a alocação de novos postes nos logradouros onde esses sejam em número insuficiente e a reposição de lâmpadas defeituosas, principalmente nos bairros Salobrinho, Nossa Senhora da Vitória, São Miguel, Basílio e Jardim Pontal. Essas foram algumas das determinações da Justiça ao Município de Ilhéus, em decisão liminar, que atende a pedido do Ministério Público estadual, por meio da promotora de Justiça Karina Cherubini. Na decisão, a juíza Carine Nassri Da Silva estabelece ainda uma multa de R$ 2 mil por cada dia de descumprimento. Todos os procedimentos adotados pelo Município devem ser registrados em relatório detalhado a ser apresentado à Justiça.

A decisão foi tomada com base em ação civil pública ajuizada pelo MP no ano de 2004. Nela, há registros da insuficiência da prestação do serviço de iluminação pública em diversos bairros do município, apesar do pagamento da Taxa de Iluminação (TIP), presente nas contas de energia da cidade sob a denominação de Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP). Os cidadãos que residem nos bairros afetados pela precária iluminação, destaca a promotora de Justiça, “além de sentirem-se lesados pelo poder público, que não oferece a contraprestação ao tributo pago, ainda padecem de segurança em seus lares e ruas”. A ação destacou um incremento, nessas áreas, da prática de crimes, facilitada pela precariedade da iluminação pública. Outro fato apurado pela Promotoria é o de que moradores de alguns bairros vinham, com recursos próprios, comprando lâmpadas para repor nos postes, vez que nem mesmo o serviço de substituição vem sendo prestado pela Prefeitura, “submetendo os moradores a risco de eletrocussão e quedas, já que não dispõem de conhecimentos técnicos nem estrutura para tais iniciativas”, ressaltou Karina Cherubini.

A juíza Carine Silva ressaltou, na decisão, que o procedimento investigativo do Ministério Público apresentou diversos termos de declaração firmados por diferentes associações de bairro, além de documentos comprobatórios de que o município arrecadou “ainda que sem prestar o serviço”. A magistrada pontuou ainda que, diante da resistência do Município de Ilhéus em resolver a questão de forma extrajudicial, e do fato de o Ministério Público ter constatado a persistência, e até a piora da situação, mesmo após quase dez anos, a Justiça “percebe a urgência da medida”.

PINHEIRO, Gabriel. Portal do MP/BA. Disponivel em http://www.mpba.mp.br/visualizar.asp?cont=4577& Acesso em 23 mai 2013.