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Lançada nova edição do Jornal Eco Teens

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Estudantes do Colégio São Jorge dos Ilhéus, em parceria com o Ministério Público Estadual, lançaram ontem (quarta, 05) a terceira edição do jornal Eco Teens.

O impresso chega ao seu segundo ano, como uma iniciativa do MP junto com escolas, poder público e iniciativa privada.

Nesta edição, os alunos da 5ª a 8ª séries abordaram questões sobre biopirataria, água, lixo e energia. O jornal é custeado com dinheiro de multas aplicadas a infratores ambientais.

Instituto Municipal Eusínio Lavigne inicia sua preparação para o Eco Teens

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Alunos do IME realizaram seminário em comemoração à Semana do Meio Ambiente
Posted By Roberto Rabat Chame On 6 de junho de 2013 @ 11:46 In Ecologia | No Comments
Professores e alunos do Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne (IME-Centro) comemoram a semana do meio ambiente com a execução de ações do Projeto Água: nosso maior tesouro, proposta educacional, uma atividade interdisciplinar contemplando 393 estudantes das 7ª e 8ª séries do ensino fundamental II. O objetivo do projeto é oportunizar aos alunos para o conhecimento sobre a importância da água na vida dos seres vivos, através do contato direto com o ambiente.
Semana do Meio Ambiente.[1]
Semana do Meio Ambiente.

Como parte das atividades do projeto, foi realizado na manhã desta quinta-feira (06), no auditório da Justiça Federal, o seminário sobre a importância e uso racional da água, contando com apresentações de trabalhos realizados pelos alunos. O seminário foi aberto com a palestra da professora Lidiney Campos, da disciplina de ciências do IME, que falou sobre a importância da implantação da água e da necessidade da participação de toda a comunidade escolar na preservação desse patrimônio natural. Ela explicou que esse trabalho de conscientização dos alunos foram iniciado pelo projeto no mês de maio, nas aulas de sua disciplina ciências e língua portuguesa, orientados pelas professoras Cátia Hughes e Clotilde Amaral, e também aulas de educação física, pela professora Aparecida Fontes, e por Giovane Barbosa, nas aulas de matemática.

Logo depois foi a vez da palestra sobre “Água: aprendendo a usar com responsabilidade para a manutenção da vida”, proferida pela assistente social da Embasa, Cibele Fontes. Após a palestra foi feito o sorteio de brindes educativos patrocinados pela Embasa. O seminário contou ainda com a apresentação teatral feita pelo grupo do Serviço Social da Indústria (Sesi), encerrando as atividades da manhã. Participaram do seminário no turno matutino a representante da Embasa, Sandra Nunes e os professores José Eduardo Menezes, Flordenice Santiago e Aparecida Fontes e os servidores Eliete Freitas e Conceição Ramos.
Na parte da tarde foi a vez de apresentações de trabalhos realizados pelos alunos, contando com dramatizações, recital, produção de cartazes e músicas, orientados pelas professores de português e artes Cátia Hughes e Clotilde Amaral. O evento aconteceu no auditório do IME, contando com a participação expressiva dos alunos. Para os estudantes, o seminário foi uma oportunidade de conhecer mais sobre a água e despertar para a importância da preservação do meio ambiente.
O projeto foi iniciado no mês de maio com aulas expositivas, dialogadas, pesquisas no livro didático e internet. No mês de junho, iniciaram as aulas de campo, atividade extraclasse com visitas ao local de captação de água do Iguape, estação de tratamento de água e de tratamento de esgoto. Para o segundo semestre estão planejadas visitas às praias da cidade e à Lagoa Encantada, com objetivo de medir a temperatura, oxigênio dissolvido, salinidade, tabulação de dados. O projeto será encerrado no mês de outubro com a edição de um vídeo educativo produzido pelos alunos e publicação da segunda edição do Jornal Eco Teens, em parceria com o Ministério Público.


Article printed from R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade: http://www.r2cpress.com.br/v1

Escolas de tempo integral do Estado não garantem melhor aprendizado

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Apontadas como salvação para o ensino público, as escolas de tempo integral não garantem melhor resultado no aprendizado - pelo menos é assim nas 309 unidades com o modelo ligadas à Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) revelam que não há diferença de aprendizagem entre alunos da rede normal e os de tempo integral.

Apesar de ter sido adotado no Estado há sete anos, o projeto de tempo integral no ensino fundamental não obteve o resultado que se esperava. O governo lançou neste ano um novo modelo nessa etapa em número reduzido de escolas, mas 285 unidades continuam da mesma forma (mais informações nesta página).

Nessas escolas, nos dois ciclos do ensino fundamental, as notas de matemática, apesar de serem mais altas, estão na mesma faixa na escala de proficiência (que mostra o que o aluno é capaz de fazer). Dessa forma, os alunos sabem a mesma coisa, independentemente de onde estudam.

No ciclo 1 (de 1.ª à 4.ª série), a média das 115 escolas avaliadas é 218,6, ainda distante do ideal. A ONG Todos Pela Educação considera como adequadas notas acima de 225 nessa fase - a média do Estado é 213,1. Já nos anos finais (da 5.ª à 8.ª série), a média de matemática das 197 escolas avaliadas foi 248,2. O adequado é que se fique acima 300. Na média do Estado, a nota nessa disciplina para o ciclo foi 244,3.

O desempenho de matemática é aferido pela Prova Brasil, avaliação que, com as taxas de rendimento, compõe o Ideb. O nível de matemática é considerado referencial por ser um conhecimento basicamente escolar.

Apesar de serem em número muito menor que o conjunto da rede (o que, em geral, joga a média para baixo), as escolas de tempo integral apresentaram comportamento similar. No anos finais, por exemplo, mais da metade das 195 escolas com esse ciclo não teve avanço no índice entre 2009 e 2011. Dessas, 39% tiveram queda. Nos iniciais, a situação das escolas de tempo integral é melhor: 59% das 115 escolas estaduais com esse modelo conseguiram avanços.

O Ideb traça metas a serem alcançadas a cada dois anos, quando o índice é produzido. Das escolas de tempo integral de São Paulo que oferece anos finais, 46% não conseguiram alcançar suas metas. O índice é superior à média de todas as escolas do Estado. Nos anos iniciais, os índices são melhores, mas a rede normal tem resultados superiores (mais informações nesta página). Nenhuma das escolas de tempo integral tem nota 6 ou superior a isso, considerada a meta do País.

Aposta. O modelo de ensino integral criado em 2006 no outro mandato do governador Geraldo Alckmin (PSDB) foi implementado de uma vez em 514 escolas de ensino fundamental e ao longo dos anos foi sendo enxugado. No sistema, o aluno fica na escola das 7horas às 16h10. O currículo conta com oito oficinas obrigatórias, dadas no contraturno, além do currículo normal.

A empregada doméstica Romilda de Oliveira, de 37 anos, gosta da escola onde estuda o filho Ronald, de 10, que "ocupa as crianças". Mas ela não vê grande diferença em relação à escola da rede normal onde estuda a filha Ystefani, de 11. "Ele não reclama, mas não é melhor nem pior. Melhorar, não melhorou." Ronald é aluno da escola Prof. Theodoro de Moraes, zona leste da capital.

A professora de pós-graduação da Uniban Isa Guará, especialista em educação integral, afirma que a proteção que da escola de tempo estendido é importante, mas não é só isso. A concepção do modelo ainda é deficiente. "Hoje as escolas ainda não estão adequadas para oferecer um desenvolvimento integral. Mas temos de caminhar para isso."

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação ressaltou que os números do Ideb e da prova de matemática das escolas de tempo integral são maiores que os da rede normal. A pasta informou que a matriz curricular dessas escolas está em processo de reformulação, com a colaboração de dirigentes e supervisores. A secretaria não informou quando essa nova matriz será adotada nas 285 escolas que não migraram para o novo modelo.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), assumiu o segundo mandato com a promessa de aumentar de 15% para 35% o número de alunos em turno único até janeiro de 2016. A meta é ter todos os alunos da rede estudando das 8h às 15 horas até 2030. A rede municipal do Rio tem 1.074 escolas e cerca de 300 creches. O novo projeto, denominado Fábrica de Escolas, prevê a construção de 277 unidades até 2016. / FELIPE WERNECK

SALDAÑA, Paulo. O Estado de São Paulo, 04 jan. 2013. Disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,escolas-de-tempo-integral-do-estado-nao-garantem-melhor-aprendizado,980380,0.htm . Acesso em 05 jan 2013.

Ciência sem Fronteiras muda imagem do Brasil em Portugal, dizem alunos em intercâmbio

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Lisboa – A presença cada vez maior de estudantes brasileiros em Portugal tem feito com que a imagem do Brasil – distorcida muitas vezes por causa de clichês e estereótipos – mude aos olhos dos lusitanos. Na avaliação de estudantes do Programa Ciência sem Fronteiras, alunos e professores de grandes instituições portuguesas têm se deparado com uma nova visão do Brasil a partir da vivência com os bolsistas.

“A gente está mostrando um outro lado do Brasil para eles”, diz Maiara Sakamoto Lopes, aluna de engenharia ambiental na Universidade Estadual Paulista (Unesp, Rio Claro), que, desde setembro, estuda na Universidade de Lisboa.

“A visão que eles [os portugueses] têm é a do Tropa de Elite e a do Carandiru [filmes brasileiros que abordam a violência]. Achei curioso, eles vieram perguntar onde há mais favela - se é no Rio ou em São Paulo. Sempre perguntam de futebol e acham que no Brasil só tem axé”, lamenta a estudante. Estigmas e clichês à parte, o Brasil tem sido “muito bem visto” por causa do Ciência sem Fronteiras, avalia a bolsista. “Eles sabem que os estudantes estão aqui por incentivo do governo.”

Aluno de enfermagem da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Elias Dias faz graduação-sanduíche na Universidade de Coimbra. “Em uma aula sobre saúde da mulher e saúde da criança eu dei informações sobre o nosso SUS [Sistema Único de Saúde] que eles [colegas e professores portugueses] não conheciam. Não há um sistema assim aqui.”

Para alguns bolsistas, além de melhorara imagem do Brasil no exterior, o Programa Ciência sem Fronteira elevaa autoestima dos brasileiros. “O complexo de vira-lata que [o dramaturgo e cronista] Nélson Rodrigues dizia nunca foi tão falso”, diz Gabriel dos Passos Gomes, estudante de química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e bolsista na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Segundo ele, o contato com os alunos e professores portugueses e de outras partes do mundo na instituição é interessante para comparar a formação e a capacidade dos brasileiros.

“Não somos menos capazes”, avalia, destacando que o estudante brasileiro é autodidata e “aprende a se virar muito bem”. De acordo com o aluno, uma das diferenças do ensino entre os dois países é que, em Portugal, as aulas aliam teoria e prática. “Não temos aula para praticar no Brasil com acompanhamento do professor. Isso faz falta”, diz Gabriel.

“Pude ver aqui a aplicabilidade do que aprendi”, confirma Aline Pacheco Albuquerque, estudante de química industrial na Universidade Estadual da Paraíba (Campina Grande). Assim como Gabriel, ela é bolsista na Universidade de Lisboa e lembra que, no Brasil, não teve “aula para praticar”.

O paraibano Henrique Borborema, aluno de biologia da Universidade Estadual da Paraíba, também elogia o modelo português. “O que a gente vê aqui na teoria a gente imediatamente vê na prática, nos laboratóramento com colegas e professores. “Eles [os estudantes portugueses] não perguntam tanto. Às vezes estão lá, sem entender, e não perguntam”, observa a estudante Aline Albuquerque.

Para a presidenta da Associação de Pesquisadores e Estudantes Brasileiros em Coimbra (Apeb-Coimbra), Viviane Carrico, a maior aproximação do brasileiro ocorre porque “o contato institucional no Brasil é diferente” e menos formal.ios ou nos computadores”, conta. “Na minha universidade, e no Brasil, há essa deficiência de a teoria ficar às vezes solta”, completa.

Os estudantes entrevistados pela Agência Brasil acreditam que o comportamento extrovertido dos brasileiros favorece o o relacionamento com colegas e professores. “Eles [os estudantes portugueses] não perguntam tanto. Às vezes estão lá, sem entender, e não perguntam”, observa a estudante Aline Albuquerque.

Para a presidenta da Associação de Pesquisadores e Estudantes Brasileiros em Coimbra (Apeb-Coimbra), Viviane Carrico, a maior aproximação do brasileiro ocorre porque “o contato institucional no Brasil é diferente” e menos formal.

Agência Brasil, 01 dez. 2012. Disponível em http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-12-01/ciencia-sem-fronteiras-muda-imagem-do-brasil-em-portugal-dizem-alunos-em-intercambio. Acesso em 08 dez. 2012. 

Aprendizado dos alunos em Ilhéus (BA)

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Com base nos resultados da Prova Brasil 2011, o portal QEdu calculou a proporção de alunos com aprendizado adequado à sua etapa escolar em Ilhéus.

Veja a proporção:
20% aprenderam o adequado em português no 5º ano e 18% no 9º ano
13% aprenderam o adequado em matemática no 5º ano e 8% no 9º ano

O melhor resultado em português, no Estado, ficou com os alunos do Município de Dom Macedo Costa, com 65% do aprendizado no 5º ano. No 9º ano, o melhor resultado ficou os alunos de Brumado, com 32%.

Em Matemática, o melhor resultado no Estado ficou, novamente, com os alunos de Dom Macedo Costa, no 5º ano, com 67% do aprendizado. Brumado voultou a liderar o ranking no 9º ano, com 29%.

Fonte: Prova Brasil 2011, Inep. Organizado por Meritt. Classificação não oficial.Portal QEdu (www.qedu.org.br). Acesso em 24 nov 2012.